CASE 01 / VISION PORTAL / DASHBOARDS
Tornar os dados de cibersegurança mais fáceis de entender e usar.
O Vision já continha dados relevantes de segurança, mas os clientes tinham dificuldade para entender o que eles significavam, o que exigia atenção primeiro e como a ISH estava melhorando seu ambiente.
Projetei a base dos dashboards para transformar sinais técnicos em visões mais claras de risco, prioridades e evolução para clientes e times internos.
+32%
Usuários ativos mensais
Dentro de três meses após o lançamento
+60%
Visualizações por conta de cliente
Acesso mais frequente a informações de segurança
6 + DASHBOARDS
Visões prioritárias entregues
Na primeira suíte de dashboards
EMPRESA / ISH TECH
PRODUTO / VISION PORTAL
FUNÇÃO / DESIGNER UX/UI
VISÃO DO PRODUTO / VISION DASHBOARDS
DE ALERTAS DE SEGURANÇA A PRIORIDADES ACIONÁVEIS

OUTPUTS TÉCNICOS BRUTOS
Métricas específicas de cada produto
Jargão de segurança
Hierarquia visual inconsistente
PERGUNTA DO USUÁRIO
O que está acontecendo e o que precisa de atenção prioritária?
INFORMAÇÃO PRIORIZADA
Severidade, exposição, tendências e status dos serviços
CONTEXTO COMPARTILHADO
A mesma visão operacional para clientes, Sales e times de segurança.
DASHBOARDS ACIONÁVEIS
Prioridades claras sem depender do suporte para interpretar os dados.
DOS RESULTADOS TÉCNICOS AO APOIO À DECISÃO
DECISÃO ESTRATÉGICA / COMEÇAR PELAS PERGUNTAS
Construir o dashboard a partir das decisões que precisam ser tomadas, não de todas as métricas disponíveis.
TRADE-OFF / Um processo de discovery mais curto, dividido em duas etapas, priorizou a velocidade de entrega sem deixar de validar diretamente o problema com os clientes.
Conversas com Customer Service, Sales e clientes mostraram que a principal lacuna não era a falta de dados, mas sim falta de interpretação. Organizei os primeiros dashboards em torno de três perguntas recorrentes:
- O que está acontecendo?
- O que precisa de atenção primeiro?
- O que a ISH está fazendo a respeito?
Isso deu a design, dados e engenharia uma hierarquia de informação compartilhada, mantendo o primeiro release focado e tecnicamente viável.
RECLAMAÇÕES SOBRE O SERVIÇO → ENTREVISTAS COM CLIENTES → VIABILIDADE DOS DADOS → PRIMEIRO, OS DASHBOARDS BASE
SOLUÇÃO / QUATRO VISÕES DE DECISÃO
Uma linguagem de dashboard para diferentes contextos de segurança.
Os primeiros releases estabeleceram uma estrutura de informação reutilizável: estado atual, prioridade, mudança ao longo do tempo e próxima ação. Essa lógica pôde então escalar pelo Vision sem exigir que os usuários reaprendessem a interpretar o dashboard para cada serviço de segurança.
IMPACTO / QUATRO MUDANÇAS DE PRODUTO
A operação se tornou repetível, não apenas mais rápida.
PRINCÍPIO DE DESIGN
MOSTRE A DECISÃO, NÃO APENAS OS DADOS.
Os dashboards se tornaram úteis quando as métricas técnicas passaram a ser organizadas em torno de contexto, urgência e próxima ação, em vez de simplesmente expor tudo o que os sistemas eram capazes de fornecer.
01
MÉTRICAS DE SEGURANÇA DISPERSAS
→ VISÃO GERAL DA SEGURANÇA COMPARTILHADA
Clientes e equipes internas obtiveram uma visão comum da visibilidade, das prioridades e do progresso.
02
DADOS SEM PRIORIZAÇÃO
→ RISCO ORDENADO PARA AÇÃO
Severidade, explorabilidade e tendências tornaram mais claro o que exigia atenção primeiro.
03
EXPLICAÇÕES REATIVAS DO SUPORTE
→ CONTEXTO DENTRO DO PRODUTO
Clientes passaram a compreender o serviço sem precisar começar por uma explicação separada do suporte.
04
BAIXA ADOÇÃO DO PORTAL
→ UM PRODUTO AO QUAL OS CLIENTES VOLTAVAM
Informações mais claras tornaram o Vision mais útil como experiência contínua de monitoramento.
+32% DE USUÁRIOS ATIVOS MENSALMENTE
Crescimento medido durante os três primeiros meses após os lançamentos iniciais dos dashboards.
+60% DE VISUALIZAÇÕES POR CONTA DE CLIENTE
Acesso mais frequente às informações de segurança e ao monitoramento dentro do Vision.



